Blog do Marcial Lima - Voz e Vez: Condenado a 21 anos de reclusão acusado de matar companheira no Bairro de Fátima

sábado, 7 de março de 2020

Condenado a 21 anos de reclusão acusado de matar companheira no Bairro de Fátima

O 2º Tribunal do Júri de São Luís condenou, a 21 anos de reclusão, Franklin Castilho Wekner, conhecido como Cabeludo, acusado de assassinar sua companheira Leidiane de Jesus Carvalho Costa, dentro da residência do casal e na frente dos filhos menores, na noite do dia 24 de abril de 2011, no Bairro de Fátima. O réu, que não compareceu ao julgamento mesmo devidamente intimado, teve a prisão preventiva decretada e deve cumprir a pena em regime fechado na Penitenciária de Pedrinhas.

A sessão do júri popular, realizada na última quinta-feira (5), no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), foi presidida pelo juiz titular da 2ª Vara do Júri, Gilberto de Moura Lima. Na acusação, atuou o promotor de Justiça, Rodolfo Reis, e, na defesa, o defensor público Pablo Camarço. Compareceram à sessão de julgamento duas testemunhas. Ausente o acusado, o magistrado determinou que fosse expedido o mandado de prisão do réu, oficiando à Polinter para cumprimento, além da inclusão do nome de Franklin Castilho Wekner no Banco de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Franklin Castilho Wekner foi condenado por homicídio qualificado por uso de meio cruel. O juiz também reconheceu a circunstância agravante, pugnada pelo Ministério Público, por ser a vítima companheira do réu.

De acordo com a denúncia do órgão ministerial, o acusado matou a vítima mediante golpes de ação contundente, especificamente na região do abdome, sendo a morte causada por anemia aguda, devido à lesão hepática por trauma de abdome fechado, conforme atestou o laudo cadavérico.

Consta, nos autos, que o crime foi cometido no interior da residência em que o casal vivia com os três filhos menores, inclusive um recém-nascido. Uma das crianças relatou à avó materna que o acusado teria “espancado a vítima, chutando-a e arrastando-a pelo chão, e depois, teria dado-lhe um banho, e depois a colocou num sofá”. Ainda conforme os autos, a mulher já havia registrado na delegacia de polícia comunicações de espancamentos cometidos pelo companheiro.

(Informações do TJ-MA)

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