Blog do Marcial Lima - Voz e Vez

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Polícia Federal combate fabricação e distribuição de notas falsas em Minas Gerais


 A Polícia Federal iniciou, nessa terça-feira (28/9), a Operação Triângulo das Bermudas, com o apoio da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, para desmantelar um dos maiores laboratórios gráficos de contrafação de cédulas falsas de boa qualidade.

As investigações identificaram que o laboratório, sediado em Ituiutaba (MG), fabricava cédulas falsas de 10, 20, 50 e 100 reais, além de ser o primeiro no país a falsificar notas de 200 reais e vendê-las para todo o Brasil.

A organização criminosa utilizava maquinário diversificado e várias técnicas gráficas para simular os itens de segurança das cédulas verdadeiras.

Durante a operação, a Polícia Federal apreendeu mais de meio milhão de reais em cédulas falsas, grande quantidade de aparatos para falsificação de moeda, como várias impressoras diferentes, laminadoras, guilhotinas, máquina de cola quente, telas de marcação, telas de luz, secadores, CPUs, diferentes folhas com marcas d´água e simulações de itens de segurança, invólucros com tintas diversas, papéis diversos para impressão de cédulas, equipamento gráfico, telas de serigrafia, tintas de serigrafia, papéis foil e material de acabamento. 

Dois homens foram presos em flagrante, e dois fugiram.

A Polícia Federal estima que os investigados tenham produzido, até o momento, mais de 10 milhões de reais.

Os investigados responderão pelos crimes de moeda falsa e organização criminosa, podendo cumprir até 20 anos de reclusão, se condenados. Os presos serão encaminhados à Cadeia Pública de Tupaciguara (MG), onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia da Covid-19, a Polícia Federal continua trabalhando.  

(Informações da PF)


Polícia Federal conclui Operação Muçambê IV contra prática de plantios de maconha no sertão nordestino


A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Civil, Polícia Militar de Pernambuco (Grupamento Tático Aéreo e Batalhão Especializado de Policiamento do Interior-Bepi) e Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco e da Paraíba, vem promovendo ações de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano.

Dessa vez, foi concluída a Operação Muçambê IV, que ocorreu entre os dias 15 e 29 de setembro/2020, em que conseguiu erradicar 367 mil pés de maconha, apreender 156kg da droga pronta para consumo, destruir 137 plantios, além de 20kg de sementes. Os plantios foram localizados por meio de levantamentos feitos pela Polícia Federal em algumas ilhas do Rio São Francisco, na Região de Orocó, Cabrobó, Carnaubeira da Penha, Floresta e Belém do São Francisco no sertão pernambucano

Também foi preso, no último dia 26/9, um suspeito de ser responsável por cultivar uma roça com, aproximadamente, 2 mil pés de maconha. Na propriedade, também foi encontrado cerca de 50 quilos da droga pronta para o consumo, além de uma grande quantidade que estava em processo de secagem.

No momento da abordagem, o suspeito tentou se evadir do local, porém foi interceptado, preso e conduzido para a Delegacia de Polícia Federal em Salgueiro, onde foi autuado, em flagrante, por tráfico e, caso seja condenado, poderá pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão. Sua prisão preventiva foi decretada na audiência de custódia e, em seguida, foi conduzido para a Cadeia Pública de Salgueiro, onde ficará à disposição da Justiça.

Caso os 367 mil pés fossem colhidos, prensados e colocados no mercado consumidor, daria para se produzir, aproximadamente, 122 toneladas de maconha.

* Muçambê é um pequeno arbusto da família das Caparidáceas provido de espinhos nos pecíolos das folhas, ocorrendo nas caatingas dos Estados do Nordeste.  

(Informações da PF)

Polícia Federal inicia Operação Rei do Crime para desarticular esquema criminoso que atua há mais de 10 anos a serviço de facção criminosa paulista


 A Polícia Federal iniciou, na manhã de hoje (30/9), a Operação Rei do Crime, cujo objetivo consiste em desarticular um importante e sofisticado braço financeiro que opera há mais de dez anos em benefício da chamada sintonia final de facção criminosa paulista. Nessa etapa, destaca-se a interdição de mais de 70 empresas e o bloqueio de contas bancárias em valor superior a R$ 730 milhões.

 Mais de 200 policiais federais cumpriram 13 mandados de prisão preventiva, 43 mandados de busca e apreensão, sequestro de 32 automóveis, nove motocicletas, dois helicópteros, um iate, três motos aquáticas, 58 caminhões e 42 reboque e semirreboque, com valor aproximado que ultrapassa os R$ 32 milhões em bens sequestrados da facção criminosa.

Os mandados, expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, foram cumpridos em apartamentos de luxo e empresas nas cidades de São Paulo (SP), Bauru (SP), Igaratá (SP), Mongaguá (SP), Guarujá (SP), Tremembé (SP), Londrina (PR), Curitiba (PR) e Balneário Camboriú (SC).

 Além disso, foi determinado o bloqueio de valores de mais de R$ 730 milhões que se encontram em contas bancárias dos investigados e de pessoas jurídicas ligadas direta ou indiretamente com os fatos investigados. Houve, também, o bloqueio, nos cartórios de imóveis do Estado de São Paulo e Balneário Camboriú (SC), de bens imóveis de pessoas físicas e jurídicas, impossibilitando a alienação de tais bens. Esse bloqueio pode aumentar significativamente os valores totais referentes aos bens sequestrados.

 Entre os alvos das medidas judiciais, estão empresários do setor de combustíveis e uma pessoa que foi condenada pelo envolvimento no furto ao Banco Central do Brasil, que aconteceu em Fortaleza (CE), no ano de 2005. Todos eles, ao todo vinte indiciados, responderão pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

 Durante a investigação, a Polícia Federal rastreou movimentações financeiras e identificou a existência de uma rede de combustíveis, inclusive uma distribuidora, que atuava em benefício da facção criminosa, lavando ativos de origem ilícita, por meio de empresas com atuação sólida no mercado e de empresas de fachada ou compostas por interpostas pessoas (laranjas). O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também forneceu relatórios de inteligência financeira à Polícia Federal apontando movimentações atípicas do grupo investigado, cujo valor ultrapassa a cifra de R$ 30 bilhões.

 O foco das investigações na estrutura financeira e consequente no esquema de lavagem de dinheiro da facção é fruto das diretrizes da Polícia Federal no enfrentamento à criminalidade organizada dedicada ao tráfico de drogas, buscando causar profundos impactos em seus mecanismos internos, prejudicando sua capacidade de articulação e a continuidade das atividades criminosas.

 A Polícia Federal solicitou, em juízo, a interdição da atividade econômica financeira de 73 pessoas jurídicas (postos de combustível, lojas de conveniência e escritórios de assessoria e contabilidade) utilizadas pela facção criminosa para movimentação de valores ilícitos, as quais passarão a ser administradas pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad-MJSP).

 Dessa forma, além de promover a desarticulação da estrutura financeira da organização criminosa, as medidas resguardam direitos de funcionários e terceiros de boa-fé, permitindo que tais empresas sigam funcionando até sua alienação judicial, cujos valores integrarão o Fundo Nacional Antidrogas (Funad) e fomentarão de políticas públicas sobre drogas e investimentos em segurança pública.

* A operação foi batizada de Rei do Crime em alusão a empresários que fomentam e financiam organizações criminosas sem praticar as ações violentas por elas perpetradas.

(Informações da PF) 


Polícia Federal combate crimes ambientais em Terras Indígenas de Rondônia


 A Polícia Federal, com Ibama e Funai, realizou, nos últimos dias (25 e 26 de setembro de 2020), nova operação com o objetivo de combater crimes ambientais em Terras Indígenas de Rondônia.

Em continuidade a operações recentes, como a Operação Êxodo – que combateu a extração ilegal de madeiras na Terra Indígena Tubarão Latundê, no município de Chupinguaia (RO) – e a Operação Crassa, iniciada nesta semana – que combateu a extração ilegal de diamantes na Terra Indígena Roosevelt, em Espigão do Oeste (RO) – os trabalhos agora realizados se concentraram na Terra Indígena Rio Mequéns, situada no município de Alto Alegre dos Parecis (RO).

Mais de 20 servidores participaram dos trabalhos, localizando e inutilizando diversos equipamentos usados na destruição das florestas e na extração de madeiras nobres. Além de caminhões e tratores adaptados para tal tipo de atuação, foram localizadas serrarias instaladas dentro da Terra Indígena, onde era realizado o beneficiamento de parte da madeira retirada, já saindo prontas para o comércio. Parte das toras extraídas, por sua vez, seguiria para beneficiamento em outros locais.

A Polícia Federal dará continuidade aos trabalhos investigativos, a fim de seguir com a identificação dos responsáveis por tais práticas ilegais e que provocam prejuízo milionário decorrente do dano ambiental.

O combate aos crimes ambientais e a proteção às comunidades indígenas, expostas a risco em razão da entrada irregular de pessoas, segue como prioritária para a Polícia Federal, que está aberta para o recebimento de informações no telefone 69-3316-1600 (Delegacia de Polícia Federal em Vilhena/RO) e 69-3216-6225 (Superintendência de Polícia Federal em Rondônia).  

(Informações da PF)


Polícia Federal prende suspeitos da prática de diversos crimes no Estado de Alagoas


 A Polícia Federal iniciou, nessa terça-feira (29/9), a Operação Ponto Final com o objetivo de identificar suspeitos da prática de vários crimes, tais como tráfico de drogas, roubo, estelionato, moeda falsa e outros crimes ambientais, eleitorais e fazendários.

Foram expedidos 11 mandados de prisão para serem cumpridos nos municípios de Maceió, Arapiraca, Teotônio Vilela, Pão de Açúcar, Delmiro Gouveia e União dos Palmares, todos no Estado de Alagoas. Ao todo, cinco pessoas foram presas.

As diligências representam o desdobramento de intenso trabalho de investigação, com vistas a contribuir para o aumento da percepção de segurança e redução da impunidade. Os suspeitos são procurados por crimes que preveem penas de até 15 anos de prisão. 

Os presos serão encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia de Covid-19, a Polícia Federal permanece trabalhando.

(Informações da PF)


MP Eleitoral recomenda a partidos e candidatos cumprimento das normas sanitárias de prevenção à covid-19


Integrantes do Ministério Público Eleitoral de todo o país vão expedir recomendações aos partidos políticos e candidatos para que, no período de campanha e no dia das eleições, eles observem e cumpram as medidas higiênico-sanitárias necessárias à prevenção de contágio pelo novo coronavírus. Recomenda-se que sejam observadas as particularidades locais, consignadas pelas autoridades competentes, via decreto do chefe do Poder Executivo estadual, além do federal, bem como atos e instruções administrativas das autoridades sanitárias estadual e local.

A orientação foi enviada pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Renato Brill de Góes, via ofício circular, aos procuradores regionais eleitorais e procuradores-gerais de Justiça. Segundo o vice-PGE, na recomendação aos partidos e candidatos, os procuradores podem sugerir que sejam evitados eventos que ocasionem aglomeração de pessoas, como caminhadas, carreatas, comícios, reuniões; evitar o uso e compartilhamento de informes impressos como cartilhas, jornais, santinhos, dando preferência ao “marketing” digital. Além disso, devem observar os cuidados sanitários nos comitês ou locais de reuniões político-partidárias, como distanciamento entre as pessoas, uso de máscaras faciais, disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos; e evitar o contato físico com o eleitor.

Ao MP Eleitoral compete contribuir para a normalidade das eleições, segurança do voto e liberdade democrática em observância às medidas higiênico-sanitárias que diminuem o risco à saúde pública durante o processo eleitoral, sem deixar de lado o exercício da função de fiscalizador do processo eleitoral. A violação das normas sanitárias estaduais ou federais importará na aplicação de penalidades administrativas decorrentes da configuração de propaganda irregular sujeita, portanto, ao poder de polícia exercido pela Justiça Eleitoral. “O Ministério Público estará atento ao cumprimento das normas sanitárias e, quando houver abuso, acionará a Justiça Eleitoral para que coíba a ação irregular e aplique multa”, alerta o vice-PGE.

Segundo ele, a depender do descumprimento, os promotores e procuradores também poderão encaminhar o caso à Justiça Comum, visto que, pelo Artigo 268 do Código Penal, é crime infringir determinação do Poder Público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. Pela lei, se o crime ficar configurado, o responsável pode ser punido com detenção, de um mês a um ano, além de multa.

Medidas internas

O Ministério Público Eleitoral também conta com diretrizes gerais para seu funcionamento visando a participação da instituição em todas as fases do processo eleitoral, mesmo no cenário excepcional da pandemia de covid-19, de forma a garantir a realização de eleições éticas e equilibradas. A Portaria PGE 1/2020 explicita as condutas a serem seguidas por todos que atuam na área eleitoral. As Procuradorias Regionais Eleitorais poderão ainda editar normas complementares à portaria da PGE, relativamente à atividade eleitoral no contexto da pandemia. Nesse caso, a Procuradoria Geral Eleitoral deverá ser comunicada, com o envio de cópia eletrônica do respectivo ato.

A portaria também prevê que o atendimento ao público externo deverá ser preferencialmente feito de forma virtual, conforme estabelece a Resolução CNMP 210/2020, adotando-se o atendimento presencial apenas quando estritamente necessário. As atividades desenvolvidas pelo MP Eleitoral, consideradas essenciais e não passíveis de execução por meio remoto, serão realizadas por escala de plantão estabelecida pela Procuradoria Geral Eleitoral, pelas Procuradorias Regionais Eleitorais e pelas Promotorias Eleitorais, conforme o caso.

Além das normas fixadas na portaria, integrantes, servidores, estagiários e colaboradores do Ministério Público Eleitoral deverão observar, no curso do processo eleitoral deste ano, as normas fixadas pelos órgãos públicos em âmbito nacional, estadual e municipal, em especial as autoridades sanitárias, respeitadas as peculiaridades impostas por características locais, para a prevenção de contágio pela covid-19.

Para as atividades presenciais, devem ser observadas todas as normas e orientações técnicas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde, pelo Ministério da Saúde, pela Anvisa e demais autoridades sanitárias locais como uso obrigatório de máscara facial, distanciamento entre as pessoas, higienização das mãos e outras medidas protetivas.

(Informações do MPF-MA)


Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão em Chapadinha (MA)


 A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, nessa terça-feira (29), dois mandados de prisão, no município de Chapadinha (MA), pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

A primeira indiciada, O. L. de S., foi presa em razão de sentença condenatória pela prática de tráfico de drogas. Enquanto o segundo mandado foi de prisão preventiva, em desfavor de J. R. P. da S. R., preso pela prática, dentre outros, pelo delito de porte ilegal de arma de fogo.

Os procedimentos foram realizados pela Delegacia de Polícia Civil em Chapadinha (MA), que dispõe do número (98) 98145-4350 para o recebimento de informações pelo aplicativo WhatsApp, oportunidade em que é garantido sigilo absoluto.

(Informações da SSP-MA)


Polícia Civil prende estelionatário na Cidade Operária


 A Polícia Civil do Maranhão prendeu em flagrante delito, na manhã dessa terça-feira (29), o indivíduo J. D. C. pelo crime de extorsão na Cidade Operária, nesta capital.

O caso se iniciou na tarde de segunda-feira (28), quando um adolescente sofreu graves ameaças por parte do autor que lhe exigia dinheiro para deixar de divulgar fotos íntimas de seu corpo despido.

Os responsáveis pelo adolescente procuraram a Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), ocasião em que a autoridade policial determinou a realização de campana e, no local indicado para a entrega do dinheiro, momentos depois da exigência, o autor foi capturado.

O suspeito foi levado à Decop, sendi lavrado contra ele o auto de prisão em flagrante delito, de onde foi recambiado para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará à disposição da Justiça.

(Informações da SSP-MA)


Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão preventiva em São Luís


 A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, nessa terça-feira (29), dois mandados de prisão preventiva nos bairros Alto do Calhau e Vila Conceição. Essa ação dá continuidade à repressão de crimes patrimoniais.

Conforme a investigação, os indivíduos presos preventivamente são acusados de, na tarde do dia 8 de Julho de 2020, terem invadido uma residência localizada no Bairro Planalto Vinhais 2, São Luís (MA), portando arma de fogo, oportunidade em que abordaram e renderam os moradores que estavam no local e, mediante ameaça exercida com emprego de arma de fogo, subtraíram diversos objetos da residência das vítimas, tais como automóvel, televisão, aparelhos celulares e computadores.

Segundo apurações da Polícia Civil, o grupo praticava roubos semanalmente, nos bairros adjacentes à Vila Conceição, inclusive a transeuntes que aguardavam em paradas de ônibus. 

As investigações prosseguem no intuito de esclarecer outros delitos praticados pelo grupo.

Durante a prisão de um dos investigados, foi descoberto uma arma de fogo calibre .12, municiada, além de munição e papelotes de maconha. Por essa razão, foi lavrado contra ele um auto de prisão em flagrante.

O cumprimento dos mandados de prisão foi realizado no Bairro Alto do Calhau, Vila Conceição, por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (RFV) e Saisp Oeste.

(Informações da SSP-MA)


terça-feira, 29 de setembro de 2020

Polícia Federal combate disseminação de pornografia com conteúdo infantojuvenil no Espírito Santo


 A Polícia Federal iniciou, nesta terça-feira (29/9), a Operação Prostasia com o objetivo de combater difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças por meio da “internet”.

A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão na residência e no escritório do investigado, situados na Grande Vitória. 

Foram apreendidos dispositivos eletrônicos e mídias do suspeito, que serão agora submetidos à perícia para elaboração de laudo, com o fim de identificar arquivos dessa natureza armazenados e compartilhados.

A investigação teve início a partir de relatório da Interpol, informando à PF que houve compartilhamento de vídeos de pornografia infantojuvenil, por meio de aplicativo de mensagens canadense, por usuário conectado em provedor de serviços de “internet” brasileiro. A partir dessa informação, a Polícia Federal identificou o provável responsável pela disponibilização dos referidos vídeos no aplicativo, fato que resultou no cumprimento dos mandados de busca e apreensão para obtenção de novas provas.

O investigado poderá responder pelo crime de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantojuvenil, presente no Art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 2 a 6 anos de reclusão e poderá, ainda, responder pelo crime de posse de arquivos, presente no Art. 241-B, cujas penas variam de 1 a 4 anos de reclusão, caso a perícia encontre arquivos dessa natureza armazenados.

O significado de “prostasia” em grego é proteção, fazendo uma alusão a necessidade de proteção das crianças.  

(Informações da PF)


Polícia Federal combate o tráfico internacional de drogas


 A Polícia Federal iniciou, nesta terça-feira (29/9), a Operação Energia, visando combater o tráfico internacional de drogas. Participaram da operação 28 policiais federais, que deram cumprimento a seis mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva, todos expedidos pela 6ª Vara Federal de Santos.

A partir de uma apreensão de cocaína feita no dia 21/5/2020 em uma carga de exportação de geradores e compressor, no terminal BTP, no Porto de Santos (SP), iniciaram-se as investigações para descobrir a autoria do delito.

A carga em questão estava em um contêiner, que continha três geradores e mais um compressor de ar e uma serra, e que seria embarcado em um navio, com destino a Algeciras, na Espanha. Na verificação da carga, foram localizados 373kg de cocaína escondidos no maquinário.

O modo como o entorpecente foi escondido nas respectivas máquinas demandou uma desmontagem e remontagem elaborada das máquinas, necessitando de corte de chapas de aço, soldagem e pintura. As drogas foram encontradas na parte em que seriam os tanques de combustível dos geradores e no cilindro de ar do compressor.

O nome da operação é uma alusão aos equipamentos usados para esconder e exportar o entorpecente.  

(Informações da PF)


Polícia Federal combate fabricação de medicamentos proibidos


 A Polícia Federal iniciou, nesta terça-feira (29/9), a Operação Work Out para combater organização criminosa, sediada em Uberlândia, que atuava na fabricação de medicamentos proibidos.

A PF representou por 14 mandados de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Uberlândia e cumpridos nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Uberlândia, Araxá e Ituiutaba, em São Paulo (SP), Cajamar (SP), Livramento de Nossa Senhora (BA) e Rio de Contas (BA).

As investigações, iniciadas há seis meses, identificaram que o medicamento produzido pelos criminosos era falsamente denominado como produto 100% fitoterápico e anunciado como responsável por resultados milagrosos na perda de peso.

Apurou-se, também, que sua fabricação contava com manipulação por indivíduos infectados pela Covid-19 e ocorria em laboratórios clandestinos, sem respeito a quaisquer regras sanitárias e com utilização de insumos químicos de venda controlada, tais como anorexígeno, antidepressivo e ansiolítico, podendo ocasionar sérios danos à saúde.

Vultoso patrimônio dos investigados foi identificado, com suposta ocultação de bens em nome de terceiros, havendo expectativa de sequestro de bens avaliados em mais de R$ 10 milhões.

Os investigados responderão pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, organização criminosa e crime contra a saúde pública, podendo cumprir até 33 anos de reclusão, se condenados.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia da Covid-19, a Polícia Federal continua trabalhando.  

(Informações da PF)

 


Polícia Federal combate o tráfico internacional de munição


A Polícia Federal iniciou, nesta terça-feira (29/9), a Operação Parabellum, de combate ao tráfico internacional de muniççao. Policiais federais cumpriram três mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Novo Hamburgo.

A investigação teve início a partir de duas grandes apreensões de munição em São Paulo e no Rio de Janeiro, em setembro de 2016 e janeiro de 2017, que totalizaram mais de 22 mil projéteis de calibre restrito.

Com o cruzamento de informações, a Polícia Federal identificou a vinculação de um casal, residente em Novo Hamburgo, que seria responsável pela munição, adquirida no Paraguai.

Em 2018, um carregamento de cocaína atribuído aos investigados foi apreendido no Chuí. O veículo que transportava a droga retornou ao avistar uma barreira policial e foi abandonado na rodovia. A investigação identificou que o condutor era o mesmo homem que foi preso em flagrante, no Rio de Janeiro, com o carregamento de munição, em janeiro de 2017.  

(Informações da PF)


Polícia Federal combate venda de cédulas falsas na região norte do Estado do Piauí.


 A Polícia Federal iniciou, na manhã desta terça-feira (29/9), a Operação Pseudeia com a finalidade de reprimir a produção e venda de moeda falsa na região norte do Estado do Piauí.

Atuaram, nas buscas, 10 policiais federais, que deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão, determinados pelo juiz titular da Justiça Federal em Parnaíba (PI).

A investigação foi iniciada em razão do desmantelo de um laboratório de produção de moeda falsa lastreada em papéis especiais, ocasião em que foram apreendidos equipamentos e impressoras de alta tecnologia, cédulas falsas e material indicativo da postagem para outros Estados do país.

Foram identificados alguns dos responsáveis pela produção e venda de cédulas falsas na região norte do Estado do Piauí, restando para a Operação Pseudeia esclarecer os fatos investigados, identificando os demais responsáveis pelos crimes investigados, bem como o “modus operandi” do esquema ilícito.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de falsificação de moeda, posse de petrechos para falsificação de moeda e associação criminosa.  

* A operação foi denominada Pseudeia em referência ao “daemon” que, na mitologia grega, personificava as mentiras e as falsidades.

 (Informações da PF)


Polícia Federal combate exploração de garimpos ilegais em Terra Indígena Ianomâmi


 A Polícia Federal iniciou, na manhã de hoje (29/9), a Operação Dominus* com o objetivo de investigar uma associação criminosa que estaria envolvida na exploração de garimpos ilegais na Terra Indígena Ianomâmi.

 São cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Boa Vista (RR), expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Roraima, após representação da Autoridade Policial e manifestação favorável do MPF.

 O Inquérito Policial identificou um suspeito que seria responsável por garimpos ilícitos na Terra Indígena Ianomâmi e proprietário de maquinário que operaria na região, em Roraima. Segundo as investigações, o suspeito contaria com dezenas de pessoas trabalhando sob sua autoridade e operando equipamentos de sua propriedade nas lavras irregulares.

 Os mandados são relacionados, também, a outros integrantes que participariam da logística dos negócios, não apenas do suspeito, mas atuariam como responsáveis pelo depósito e transporte de insumos para garimpos na região.   

Os suspeitos são investigados por crimes de Garimpo Ilegal (Art. 55. da Lei 9.605/98), Usurpação de Bem da União (Art. 2º da Lei 8.176/91), Transporte Ilegal de Combustível (Art. 56. da Lei 9.605/98) e por Associação Criminosa (Art. 288. do Código Penal).

* O nome da operação faz referência ao termo em latim para “dono”, “senhor”, em alusão à posição do principal investigado na atividade do garimpo ilegal na região.

(Informações da PF)